Wille
Nicht Wunsch und nicht Willkür, sondern das Vermögen, sich selbst zu bestimmen. Der freie Wille ist derjenige, der sich selbst zum Gegenstand hat.
Nicht gemeint
Willensfreiheit im Sinne der Frage, ob Handlungen determiniert sind. Hegel fragt nicht danach, sondern nach der Struktur des Wollens.
Entwickelt in
Teil II
Querverweise
Die drei momente
Er kann von allem absehen (Unbestimmtheit), er kann sich auf etwas festlegen (Bestimmtheit), und er kann in der Festlegung bei sich bleiben (Einzelheit). Das dritte ist die Freiheit.
Nicht gemeint
Willensfreiheit im Sinne der Frage, ob Handlungen determiniert sind. Hegel fragt nicht danach, sondern nach der Struktur des Wollens.
Entwickelt in
Teil II
Begriff pt
Vontade
Erklärung pt
nem desejo, nem arbítrio, mas a capacidade de autodeterminar-se. A vontade livre é aquela que tem a si mesma como objeto.
Die drei momente pt
ela pode fazer abstração de tudo (indeterminação), pode fixar-se em algo (determinação), e pode permanecer junto a si mesma na fixação (singularidade). O terceiro é a liberdade.
Nicht gemeint pt
liberdade da vontade no sentido da pergunta se as ações são determinadas. Hegel não pergunta isso, mas pela estrutura do querer.
Entwickelt in pt
Parte II
Siehe auch pt
Pessoa, Moralidade, Espírito objetivo [^1]: Friedrich Carl von Savigny, *Das Recht des Besitzes. Eine civilistische Abhandlung*, Gießen 1803 (sétima edição, org. por A. F. Rudorff, Berlim 1865). Sobre a posição metodológica de Savigny, cf. Hermann Kantorowicz, "Savigny and the Historical School of Law", em: *Law Quarterly Review* 53 (1937), pp. 326--343. [^2]: Eduard Gans, *Über die Grundlage des Besitzes. Eine Duplik*, Berlim 1839, pp. 7, 11. Sobre o confronto Savigny--Gans, cf. ainda Adolph Stoll, *Friedrich Carl von Savigny*, vol. 2, Berlim 1929, pp. 184--188; Hasso Jaeger, "Marx et Savigny", em: *Archives de philosophie du droit* 12 (1967), pp. 65--89. [^3]: Karl Marx, carta ao pai, 10 de novembro de 1837, em: MEW Ergänzungsband I, pp. 3--12 (citações p. 6). Sobre o significado dos estudos jurídicos para a virada metodológica de Marx, cf. Donald R. Kelley, "The Metaphysics of Law: An Essay on the Very Young Marx", em: *American Historical Review* 83 (1978), pp. 350--367; Warren Breckman, "Eduard Gans and the Crisis of Hegelianism", em: *Journal of the History of Ideas* 62 (2001), pp. 543--564. [^4]: Sobre a posição de Gans dentro da escola hegeliana e sua correção tácita de Hegel nas questões da constituição, da oposição e da ralé, cf. Manfred Riedel, "Eduard Gans als Schüler Hegels. Zur politischen Auslegung der Rechtsphilosophie", in: id. (org.), *Materialien zu Hegels Rechtsphilosophie*, vol. 1, Frankfurt am Main 1975, p. 234--253. Riedel compara as aulas de Direito Natural de Gans com os *Princípios* de Hegel a partir do registro de aula de Immanuel Hegel, o filho mais novo de Hegel, do semestre de inverno de 1832/33. [^5]: Eduard Gans, *Naturrecht und Universalrechtsgeschichte* (aula do semestre de inverno de 1832/33), org. Manfred Riedel, Stuttgart 1981, p. 112s. Cf. Riedel, op. cit., p. 249s. [^6]: Eduard Gans, "Paris im Jahre 1830", in: id., *Rückblicke auf Personen und Zustände*, Berlim 1836, p. 99s. Cornu já destacara, em 1954, a provável impressão dessas frases sobre Marx, então seu ouvinte estudante; cf. August Cornu, *Karl Marx und Friedrich Engels. Leben und Werk*, vol. 1, Berlim 1954, p. 81. Cf. ainda Norbert Waszek, "Eduard Gans und die Armut: Von Hegel und Saint-Simon zu frühgewerkschaftlichen Forderungen", in: *Hegel-Jahrbuch 1988*, Bochum 1988, p. 355--363. [^7]: Marx assistiu comprovadamente a duas aulas de Gans em Berlim: Direito Penal no semestre de inverno de 1836/37 e Direito Territorial Prussiano no semestre de verão de 1838. Cf. Cornu, op. cit., p. 81; Hanns Günther Reissner, *Eduard Gans. Ein Leben im Vormärz*, Tübingen 1965, p. 157s.; Waszek, op. cit., nota 10. [^8]: Cf. Gans, *Rückblicke*, op. cit., p. 99--101; e Waszek, op. cit., p. 360. A proposta de Gans de uma "corporação livre" como "socialização" dos trabalhadores assalariados --- contra o "despotismo" dos patrões de fábrica --- dirige-se expressamente contra a abolição saint-simoniana da propriedade e do direito de herança, que Gans critica como perda da dimensão "moralizadora" da propriedade (Gans, *Naturrecht und Universalrechtsgeschichte*, op. cit., p. 52). Marx irá, mais tarde, decididamente além de Gans nesse ponto. [^9]: Eduard Gans, *Rückblicke auf Personen und Zustände*, Berlim 1836, p. 100s. Cf. Riedel, op. cit., p. 250s.; Waszek, op. cit., p. 359--361. [^10]: Cf. Gans, *Naturrecht und Universalrechtsgeschichte*, op. cit., p. 117, 127; bem como Riedel, op. cit., p. 243--248. Riedel destaca que Gans desenvolve a doutrina da oposição como momento necessário do Estado: "A oposição é a verdadeira negação, que deve conter em si o verdadeiramente positivo" (Gans, ibid., p. 130; cit. segundo Riedel, op. cit., p. 247). Se o Estado não tem de lidar com oposições, "cai na indolência" (Gans, ibid.).